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Nossa história


Idealizada pelo mestre Ramon Medeiros a equipe surgiu em 2011 na cidade de Juiz de Fora, interior de Minas gerais, Brazil, a 150 Km do Rio de Janeiro. Desde então a equipe vem crescendo e obtendo ótimos resultados na região.

Visão

Ser a maior equipe de Jiu-jitsu do Brasil e do Mundo.

Missão

Transformar a vida dos praticantes para torná-los campeões na vida e no esporte através do Jiu-jitsu como estilo de vida.

Valores

Amizade, União, Alegria, Disciplina, Raça, Superação

Onde Treinar


Veja os locais e os diversos horários onde você poderá treinar com a nossa equipe. No momento só estamos em Juiz de Fora mas em breve estaremos em outras cidades.

Sobre o Jiu-Jitsu


Reunimos aqui alguns pontos que consideramos essencias para que todo lutador de Jiu-jitsu devem saber e seguir.

História do Jiu-jitsu

Sua origem secular como sucede com quase todas as artes marciais ancestrais, não pode ser apontada com precisão. Estilos de luta parecidos foram verificados em diversos povos da Índia à China, nos séculos III e VIII. O que se sabe é que seu ambiente de desenvolvimento e refinamento foram as escolas de samurais, a casta guerreira do Japão feudal.

O Jiu-Jitsu brasileiro ou lá fora o Brazilian Jiu-Jitsu ou BJJ (grafado também como jujitsu ou jujutsu) é uma arte marcial de raiz japonesa que se utiliza essencialmente de golpes de alavancas, torções e pressões para levar um oponente ao chão e dominá-lo. Literalmente, jū em japonês significa “suavidade”, “brandura”, e jutsu, “arte”, “técnica”. Daí seu sinônimo literal, “arte suave”. Nascia de sua contraposição ao kenjitsu e outras artes ditas rígidas em que os combatentes portavam espadas ou outras armas.

Mitsuyo Maeda
Mitsuyo Maeda

A arte marcial ganhou novos rumos quando um célebre instrutor da escola japonesa Kodokan decidiu ganhar o mundo e provar a eficiência de seus estrangulamentos e chaves de braço contra oponentes de todos os tamanhos e estilos. Mitsuyo Maeda, um filho de lutador de sumô Eterno defensor das técnicas de defesa pessoal do Jiu-Jitsu, Maeda embarcou para os Estados Unidos em 1904, em companhia de outros professores da escola de Jigoro Kano.

À época, graças aos laços políticos e econômicos entre Japão e EUA, as técnicas japonesas encontravam grandes e notórios admiradores em solo americano. Em 1903, por exemplo, o presidente Theodore Roosevelt tomara aulas com o japonês Yoshiaki Yamashita. Nos EUA, o ágil japonês começou a colecionar milhares de combates e adversários tombados pelo caminho, em países como a Inglaterra, Bélgica e Espanha, onde sua postura nobre fez nascer o apelido que o consagrou, Conde Koma. De volta à América o lutador fez diversas apresentações e desafios em países como El Salvador, Costa Rica, Honduras, Panamá, Colômbia, Equador, Peru, Chile e Argentina.

Em julho de 1914, o valente japonês de 1,64m e 68kg, segundo consta, desembarcaria no Brasil para fincar raízes e mudar a história do esporte. Maeda colecionaria histórias saborosas em terras brasileiras. Após rodar pelo país, o faixa-preta de Jiu-Jitsu se estabeleceu em Belém do Pará. Certo dia, encarou o desafio de um capoeirista conhecido como “Pé de Bola”, de cerca de 1,90m e quase cem quilos. Maeda não se fez de rogado e ainda deixou o ousado rival portar uma faca na luta. O japonês desarmou-o, derrubou e finalizou o brasileiro. Conde Koma, como se tornou tradição entre os professores de Jiu-Jitsu, também lançava desafios para rivais famosos do boxe. Foi o que fez com o afamado boxeador americano Jack Johnson que jamais aceitou a luta. Foi Koma ainda que promoveu o primeiro campeonato de Jiu-Jitsu do país – na verdade, um festival de lutas e desafios para promover o esporte desconhecido.

Mitsuyo Maeda
Carlos Gracie

Em 1917, um adolescente de nome Carlos Gracie (1902–1994) viu pela primeira vez, em Belém, uma apresentação do japonês que era capaz de dominar e finalizar os gigantes da região. Amigo de seu pai, Gastão Gracie. Maeda concordou em ensinar ao garoto irrequieto a arte de se defender. Em suas aulas ensinava a Carlos e a outros brasileiros. Aluno fiel, Carlos Gracie abraçou de vez o Jiu-Jitsu e para lamento da mãe que sonhava ver mais diplomatas na família célebre, passou a incutir nos irmãos o amor pela arte.

Um de oito irmãos (Oswaldo, Gastão Jr., George, Helena, Helio, Mary e Ilka) em 1925, Carlos abriu a primeira academia de Jiu-Jitsu da família Gracie. Nos jornais o anúncio era uma obra-prima do marketing: “Se você quer ter um braço quebrado procure a academia Gracie”. O grande mestre teria 21 filhos, sendo que 13 deles se tornariam faixas-pretas. Cada membro da família passou, então, a fortalecer a arte e a acrescentar mais um elo à corrente criada por grande mestre Carlos, fundador e guia do clã além do primeiro membro da família a se lançar numa luta sem regras, a que chamou de “vale-tudo”. Foi em 1924, no Rio de Janeiro quando Carlos Gracie enfrentou o estivador Samuel, conhecido atleta da capoeira.

Mitsuyo Maeda
Hélio Gracie

Helio Gracie tornou-se, rapidamente, o destaque entre os irmãos pelas inovações técnicas que promoveu como instrutor e pelo espírito indomável que não combinava com o porte franzino. Em consonância com as táticas de Conde Koma os Gracie continuaram no Rio de Janeiro os desafios a capoeiristas, estivadores e valentões de todas as origens e tamanhos. Se em pé tais brutamontes botavam medo no chão viravam presa fácil para os botes e estrangulamentos que os capturavam como mágica. As vitórias da família em lutas sem regras foram se acumulando e virando lendas e manchetes nas primeiras páginas. Os alunos famosos – artistas, arquitetos, ministros de estado, prefeitos, governadores, cirurgiões e doutores de todos os ofícios.

Além dos desafios, os campeonatos entre praticantes com regras exclusivas do Jiu-Jitsu se fortaleciam, abastecidos por dezenas de academias diferentes. Nos anos 1960, quando Carlos Gracie já pegara o bastão de seu tio Helio como linha de frente do clã no vale-tudo, um passo importante foi dado para a consolidação do Jiu-Jitsu esportivo. Em 1967, a Federação de Jiu-Jitsu da Guanabara no Rio de Janeiro foi criada, sob autorização da Confederação Nacional de Desportos do país. Entre as regras ainda primitivas, manobras como queda, montada de frente com dois joelhos no chão e pegada pelas costas rendiam um ponto ao competidor. A duração dos combates na categoria adulta era de cinco minutos, com prorrogação de três. O Jiu-Jitsu ganhava oficialmente tempo e pontuações. Um século depois de Conde Koma desembarcar no Brasil, nosso Jiu-Jitsu hoje pode ser praticado do Alasca à Mongólia, de Abu Dhabi ao Japão. O resto da história continua a ser escrita por cada faixa-branca que ingressa numa academia de Jiu-Jitsu.

Normas de educação no Dojo

Estas normas são essenciais para o bom convívio e a prática saudável do esporte.

  • Não pise no tatame de calçado.
  • Ao entrar e sair do tatame em uma aula o aluno deve pedir permissão ao professor e fazer o cumprimento ao tatame.
  • Mantenha silêncio e esteja atento ao professor na hora da instrução.
  • Respeite o seu espaço de treino no tatame, cuidado com a parede e as outras duplas.
  • Peça desculpa se machucar alguém.
  • Caso saia do seu local durante o treino procure um momento oportuno para voltar antes que invade o território vizinho.
  • Respeite a hierarquia das faixas dentro do tatame.
  • Não é permitido o uso de palavras de baixo calão dentro do tatame.
  • Respeite sempre os horários de treinamento. Se chegar atrasado peça licença para entrar no tatame, dirija-se ao professor, cumprimente-o e pergunte se ainda há tempo para treinar.
  • O aluno deve se referir ao professor pelo nome ou por “Mestre, Sensei” e não por apelido.
  • Todos devem prezar acima de tudo pela integridade física do companheiro de treino.
  • No intervalo permaneça o tempo de descanso de quimono amarrado.
  • Mantenha as pernas cruzadas e não esticadas quando estiver do lado de fora.
  • Mantenha seu quimono em condições higiênicas de treino.
  • Não use qualquer tipo de acessório em aula, tal como: anel, cordão, pulseira, brinco que possa machucar a si próprio ou ferir alguém que treinar com você.
  • Não masque chicletes ou mantenha uma alimentação durante a aula.

Qualidades Físicas estimuladas na aula

O jiu-jitsu é um esporte completo e pode ser praticado por todos.

1. Força

Capacidade de exercer tensão contra uma resistência que ocorre por meio de ações musculares

  1. Isotônica (Dinâmica)
  2. Isométrica (Estática)
  3. Explosiva (Potência)

2. Flexibilidade

Capacidade de realizar movimentos em articulações com amplitude ampliada

3. Resistência

Capacidade de sustentar uma carga de atividade o mais longo de tempo possível sem fadiga

  1. Aeróbia (Oxigênio equilibrado, media ou baixa intensidade, longa duração)
  2. Anaeróbia (Falta de oxigênio, alta intensidade, curta duração)
  3. Muscular Localizada RML (É a capacidade do músculo em trabalhar contra uma resistência moderada durante longos períodos de tempo)

4. Velocidade

Capacidade de executar movimentos cíclicos na maior velocidade individual possível

  1. Deslocamento (Capacidade máxima de uma pessoa deslocar-se de um ponto a outro)
  2. Reação (Rapidez com a qual uma pessoa é capaz de responder a um estímulo visual, auditivo ou tátil)
  3. Membros (Capacidade de mover membros superiores e ou inferiores tão rápido quanto possível)

5. Equilíbrio

É a qualidade física conseguida por uma combinação de ações musculares com o propósito de assumir e sustentar o corpo sobre uma base contra a lei da gravidade

  1. Estático (Adquirido em determinada posição)
  2. Dinâmico (Adquirido durante o movimento)
  3. Recuperado (Recuperação do equilíbrio após o corpo ter estado em movimento)

6. Coordenação

Capacidade física que permite realizar uma sequência de exercícios de forma coordenada com destreza

7. Agilidade

Capacidade de executar movimentos rápidos com mudança de direção

8. Ritmo

Ordenação dos movimentos repetidos de forma equilibrada e harmônica

9. Descontração

Fenômeno Neuromuscular resultante da redução de tensão na musculatura esquelética

Pontuação

São 6 pontuações no total

2 pontos

Queda

Quando o atleta projeta o adversário ao solo de costas, de lado ou o faz cair sentado tendo em algum momento do movimento os dois pés no chão, mantendo a luta no chão e estabelecendo posição por cima

Raspagem

Quando o atleta está por baixo com o adversário na guarda ou meia-guarda inverter a posição, forçando o adversário que estava por cima a ficar por baixo, mantendo-o nessa posição

Joelho na Barriga

Quando o atleta que está por cima, com controle transversal “cem quilos” e coloca o joelho na barriga, no peito ou sobre as costelas do adversário que está por baixo, de costas ou de lado no solo, mantendo a outra perna transversal ao corpo do oponente e o pé, e não o joelho, no solo, com o corpo virado para a cabeça do oponente e não para as pernas, tendo qualquer tipo de domínio com as mãos

3 pontos

Passagem de Guarda

Quando o atleta que está por cima consegue transpor as pernas do adversário que está por baixo (transpor a guarda ou meia-guarda) e mantém o controle transversal ou longitudinal do mesmo de costas ou de lado no solo

4 pontos

Montada e Montada pelas costas

Quando o atleta que está por cima e já livre da meia-guarda senta sobre o tronco do adversário e mantém os dois joelhos ou um pé e um joelho no solo, virado para a cabeça do adversário e com até um braço do adversário preso sob suas pernas

Pegada pelas Costas

Quando o atleta dominar as costas do adversário, colocando os calcanhares na parte interna das coxas do adversário, sem cruzar os pés, e podendo aprisionar até um dos braços do adversário sem que a perna que aprisiona o braço passe da linha dos ombros

Vantagem

A vantagem se caracteriza quando o atleta conquista uma posição passível de pontuação que exige domínio sobre o adversário pelo tempo mínimo de 3 segundos, mas não consegue manter tal domínio. O árbitro deverá avaliar se o atleta levou real perigo ao adversário, chegando muito próximo de atingir a posição pontuação.

O atleta também terá uma vantagem assinalada quando aplicar uma tentativa de finalização que venha a expor o adversário ao perigo real de desistência. Mais uma vez cabe ao árbitro avaliar a proximidade da finalização. Conquistar a meia guarda e ou fazer o adversário virar de 4 apoios também podem ser avaliados pelo arbitro como vantagem.

Faltas (punições)

As faltas são infrações técnicas ou disciplinares previstas nas regras cometidas pelos atletas antes, durante e depois dos combates. As lutas serão decididas por uma das seguintes formas:

  1. Desistência
  2. Interrupção
  3. Desclassificação
  4. Perda dos sentidos
  5. Contagem do placar
  6. Decisão do árbitro
  7. Sorteio

* Todas as posições de pontuação acima só serão validadas caso mantenha estável a situação por 3 segundos.

Uniforme

Os kimonos devem ser confeccionados em algodão ou tecido similar. O material não deverá ser muito espesso ou duro de modo a impedir que o oponente faça a pegada. Nas categorias juvenil, adulto e máster, é obrigatório o uso de kimono trançado. É permitido o uso de kimono com EVA ou material similar dentro da gola, desde que sejam respeitadas as medidas de tamanho e rigidez regulamentares previstas nas regras.

Cor dos Kimonos e Patches:

Os kimonos devem ser feitos em cores uniformes. São permitidas as cores branco, azul royal ou preto. Não são aceitos kimonos com paletós e calças de cores diferentes, assim como não serão aceitos kimonos com golas de cores diferentes. É proibido o uso de kimonos pintados em qualquer parte a não ser que seja a logomarca de sua academia ou de seu patrocinador e apenas nos mesmos locais permitidos para os “patches”. Mesmos nos casos permitidos, o atleta será obrigado a trocar de kimono caso a tinta manche o kimono do adversário. Os patches devem ser de tecido de algodão e devem estar devidamente costurados. Todos os patches descosturados ou em locais não autorizados devem ser retirados antes da checagem do kimono.

A Faixa:

O atleta deve utilizar uma faixa resistente de 4 a 5 cm de largura, cuja a cor corresponda à graduação com a ponta preta, exceto faixas pretas, que terá a ponta branca ou vermelha. Essa deve ser usada sobre o paletó, dando duas voltas na altura da cintura e sendo amarrada com um nó duplo, suficientemente apertada para impedir que o paletó se solte. Após o nó duplo, cada ponta da faixa deve ter entre 20cm e 30cm de comprimento.

Medidas do Kimono:

O paletó do kimono deve atingir a coxa do adversário e as mangas devem ter não mais que 5 cm do pulso do atleta com os braços estendidos a frente do atleta em paralelo ao solo. A calça do kimono deve ter comprimento mínimo de 5 cm acima do osso do tornozelo. A checagem vai verificar se estão dentro do padrão exigido, as seguintes medidas: expessura da gola do kimono (1,3 cm); largura da gola do kimono (5 cm); folga da manga do kimono em toda a sua extensão (7 cm).

Demais exigências:

Não é permitido o uso de camisas por baixo do kimono, com exceção do feminino. Na categoria feminino, é obrigatório o uso de camisa de tecido elástico colada ao corpo por debaixo do kimono, com mangas curtas ou compridas, sem a necessidade de respeitar as exigências em relação a cor da faixa de graduação. Também é permitido o uso de roupa de banho em peça única (maiô) ou top de ginástica. O uso de qualquer tipo de calça por baixo da calça do kimono é proibido, com exceção do feminino, que fica permitido o uso de calça de material elástico colada ao corpo por debaixo da calça do kimono, desde que seja de comprimento menor do que a calça do kimono. Os atletas devem utilizar roupas íntimas. O uso de roupa de baixo no estilo “fio dental” ou “tanga” é proibido, sendo aceito apenas o estilo “sunga”. Os kimonos não podem apresentar remendos, rasgos, estar molhados, sujos ou apresentar odores desagradáveis.

Exigência de uniformes para Jiu Jitsu sem Kimono - Homens:

Bermuda nas cores preta, branca ou preta com branca e com até 50% na cor da graduação (faixa) a que o atleta pertence, sem bolsos ou com bolsos completamente fechados, sem botões, fechos ou qualquer peça plástica ou metálica que apresente risco ao adversário, e com o comprimento que atinja no mínimo abaixo da metade da coxa e no máximo até o joelho (menos que 15 cm do joelho). É permitido aos homens a utilização de short ou calça de tecido elástico (colado ao corpo) totalmente preta, desde que o atleta as utilize por baixo da bermuda regulamentar. Camisa de tecido elástico (colado ao corpo) com comprimento que cubra a linha da cintura da bermuda, de cor preta, branca ou preta com branca e com pelo menos 10% na cor referente à graduação (faixa) a que o atleta pertence. Camisas 100% na cor da graduação (faixa) a que o atleta pertence também são aceitas. Os atletas devem utilizar roupas íntimas. O uso de roupa de baixo no estilo “fio dental” ou “tanga” é proibido, sendo aceito apenas o estilo “sunga”.

Mulheres:

Short de tecido elástico (colado ao corpo) ou bermuda nas cores preta, branca ou preta com branca, e com até 50% na cor da graduação a que a atleta pertence, sendo a bermuda sem bolsos ou com bolsos completamente fechados, sem botões, fechos ou qualquer peça plástica ou metálica que apresente risco ao adversário, e com o comprimento que atinja no mínimo abaixo da metade da coxa e no máximo até o joelho(menos que 15 cm do joelho). É permitido as mulheres a utilização de calça de tecido elástico (colado ao corpo), desde que seja totalmente preta. Camisa de tecido elástico (colado ao corpo) com comprimento que cubra a linha da cintura da bermuda, de cor preta, branca ou preta com branca e com pelo menos 10% na cor referente à graduação (faixa) a que o atleta pertence. Camisas 100% na cor da graduação a que o atleta pertence também são aceitas. Os atletas devem utilizar roupas íntimas.

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